Tratamento para artrite reumatoide é ampliado no SUS

O Ministério da Saúde atualizou o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) da artrite reumatoide após a incorporação do medicamento baricitinibe, em março deste ano, no Sistema Único de Saúde (SUS).

O documento orienta a administração dos demais tratamentos medicamentosos e não medicamentosos disponíveis, além de critérios para diagnóstico e classificação da doença.

O Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas destaca ainda a importância do diagnóstico e tratamento precoces para evitar o agravamento da enfermidade.

O baricitinibe foi incluído na segunda etapa do tratamento em pacientes com artrite reumatoide ativa, moderada a grave, com resposta insuficiente ou intolerância a um ou mais remédios, já disponibilizados no SUS.

Artrite reumatoide

A artrite reumatoide (AR) é uma doença inflamatória crônica de etiologia desconhecida, que causa destruição articular irreversível pela proliferação de macrófagos e fibroblastos na membrana sinovial após estímulo, possivelmente, autoimune ou infeccioso.

Além das manifestações articulares, a AR pode causar alterações de múltiplos órgãos e reduzir a expectativa de vida do paciente, devido ao aparecimento de doenças cardiovasculares, infecções e neoplasias.

Essa enfermidade gera aos pacientes uma piora da qualidade de vida, incapacidade funcional e perda de produtividade.

É mais frequente em mulheres na faixa etária de 30 a 50 anos, com pico de incidência na quinta década de vida. Contudo, o histórico familiar de AR aumenta o risco de desenvolvimento da enfermidade de três a cinco vezes.

Estudos genéticos demonstraram a importância do HLA-DRB 1, HLA-B e HLA-DPB1, JAK-STAT, NF-kB e sinalizadores de receptores de células T na regulação imunológica.

Fonte: PebMed

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